| Conhecendo Jesus |
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| Escrito por Administrator |
| Ter, 21 de Abril de 2009 20:27 |
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CONHECENDO JESUS “Eu sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida”(Jo 14:6) Quem é Jesus Cristo? Errar essa pergunta seria desviar-se totalmente da base de nossa doutrina e fé. Tudo o que precisamos saber sobre Cristo está na Bíblia, até porque Jesus é o tema central da Bíblia. Ele é o personagem central da história, “sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1:3). Nossa investigação sobre ele, no entanto, deve começar a partir dos evangelhos, pois neles o Senhor se revela por inteiro, pessoalmente, concretamente. Deixa de ser uma promessa, um ideal, uma figura profética, para ser uma realidade. Em Mateus à Ele é visto como Messias e Rei Em Marcos à Ele é visto como Filho Servo Em Lucas à Ele é visto como Salvador Divino HumanoEm João à Ele é visto como Filho de Deus Vejamos algumas declarações sobre Jesus na Bíblia: (Jó 19: 25, Is 9:6,7, Is 61: 1-3, Mq. 5:2) Ele disse de si mesmo: (Jo 4:25, 26, Jo 5:26,27, 5:39, 6: 35, 10: 7,30, Jo 14: 6) Seu reinado e ministério: (Jo 1:1-14 Jo 1:29, Mt 3:16,17, Mc 6:53-56, Mc 8: 27-29, Lc 1:31-33) Milagres nos evangelhos: os evangelhos registram 17 curas, 9 milagres sobre a natureza, 6 libertações de endemoninhados e 3 ressurreições). Seu NomeJESUS à em grego Salvador, em hebraico Josué CRISTO à forma grega da palavra em hebraico Messias = Ungido ou Enviado Sua Natureza “No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus”. (Jo 1:1) Ø As expressões “filho de Deus” e “filho do homem” descrevem as naturezas divina e humana de Jesus. O Filho de Deus Jesus é descrito como possuindo duas naturezas: humana e divina. A expressão “filho de Deus”, quando aplicada a Jesus, significa que ele é igual ao Pai em essência, a imagem do ser eterno (Cl 1:15,16, Hb 1:1-8). Ele não é criação, mas geração de Deus. Já existia desde o princípio, quando o mundo foi criado (Jo 1:1-14, Pv 8:22-36). A sua divindade também pode ser notada nas obras que lhes são atribuídas: de criador (Hb 1:3), perdoador (Lc 24:27), de juiz (Jo 5:22-29); e,ainda, nas suas qualidades essenciais: ele é eterno (Jo 1:1; 8:58; 11:25), imutável (Hb 13:8), onisciente (Mt 9:4, Jo 6:64; 16:30), onipresente (Jo 1:18, Ef.1:23), onipotente (Mt 11:27, Jo.5:28,29). Jesus nunca foi chamado de filho de Deus no sentido como os anjos são (Jó 2:1). Ele é o Filho de Deus no sentido mais absoluto e único. Identificou-se com o "Eu Sou" do Antigo Testamento (Jo. 8:56-58). O Filho do Homem Jesus também é chamado de Filho do homem, expressão que revela a sua humanidade. O Messias prometido no Antigo Testamento devia entrar na história como descendente de Adão (Gn 3:15). Em Romanos, Paulo explica a relação entre Adão e Cristo com respeito ao plano de Deus para a redenção. Algumas pessoas acham difícil entender isso, tanto que já na era apostólica surgiram heresias que obrigaram João a escrever “todo espírito que confessa que Jesus veio em carne é de Deus” (IJo.4:2). Mas preste atenção: Jesus não está dividido entre duas naturezas. Ele é 100% homem e 100% Deus. Como homem, tomou o nosso lugar (Gl 4:4,5, Hb.2:14), e como Deus satisfez o propósito da lei (Rm 8:3,4).Encontramos a expressão “Filho do homem” 77 vezes. Observe as evidências de sua humanidade:
Atributos Divinos Onipotente: Todo Poderoso – (Sl 91:1) Onipresente: Deus está em toda parte – (Mt 28:20) Onisciente: Deus sabe de todas as coisas – (Jo 21:17) Eterno: Ele não teve começo e não terá fim - (Jo 1:1, 2) Imutável: Ele não muda jamais - (Hb 13:8) Ofícios de Cristo Profeta - Revelando a perfeita vontade de Deus para redenção da humanidade (Mt 4: 17) Predisse o futuro (Mt 24,25) Sacerdote - Cumpriu a lei, sacrificou-se por nós e intercede por nós perante o Pai (ICo 15:3,Hb 7: 26,27, IJo 2: 1,2) Rei - Nasceu para estabelecer o Reino de Deus (Is 9:6, Jo 18: 36,37) Seu nascimento e sua vida O nascimento de Jesus marcou a história de tal modo que ela ficou dividida em antes e depois dele. Ele nasceu em Belém da Judéia conforme indicaram as profecias (Mq 5:2, Is7:14, Lc 2:4-7). Tudo na vida do Senhor Jesus aconteceu para dar cumprimento à vontade do Pai e à palavra veterotestamentária (Mt 1:22, 2:5). Seu nascimento foi anunciado pelos pastores (Lc 2:8-20), completados oito dias do seu nascimento ele foi circuncidado (Lc 2:21), apresentado no templo (Lc 2:22-35). Depois seus pais fugiram para o Egito (Mt 2:13-18) por divina advertência, mas logo após a morte de Herodes regressaram para Israel e foram habitar nas regiões da Galiléia (norte da palestina) em uma cidade chamada Nazaré. Jesus começou a crescer e se desenvolver, enchendo-se de sabedoria e graça de Deus (Lc 2:40) e com 12 anos aparece no templo ensinando aos doutores (Lc 2:40-51), aqui nos mostra também que Jesus foi criado segundo os costumes e tradições do povo judeu, ele aprendeu a profissão do pai, que era carpinteiro (Mc 6:3) e trabalhou cerca de 18 anos nela, até ingressar no ministério. Jesus não era um menino comum, como dos padrões humanos, pois ele se distinguia dos outros pelo seu conhecimento e sabedoria acerca de Deus e das sagradas escrituras. Ele foi batizado aos 30 anos pelo seu primo João Batista para dar cumprimento à justiça de Deus Pai (Mt 3:14,15) e foi aí que iniciou seu ministério. Seu Ministério O ministério terrestre de Jesus começou com o seu batismo realizado no rio Jordão por seu primo João Batista. Logo após ele foi levado pelo Espírito para ser tentado no deserto (Mt 4:1-11). Jesus então começou a chamar os seus primeiros discípulos (Jo 1:35-51), realizou o seu primeiro milagre em Caná da Galiléia (Jo 2:1-11) foi para Cafarnaum e depois para Jerusalém, onde realizou a purificação do templo (Jo 2:13-22), instruiu Nicodemos acerca do novo nascimento em João 3. O ministério de Jesus foi marcado pela pregação do evangelho do Reino, ensino genuíno das escrituras sagradas a respeito de tudo e de todos, operação de milagres, conforme já tinha profetizado Isaías (Is 61: 1-3). Jesus cumpriu fielmente o seu ministério, percorria cidades pregando e curando toda sorte de doenças e ainda fazia mais, instruindo os seus discípulos e os enviando a fazer o mesmo (Mt 9:35, 11:1) e depois mais 70 (Lc10:1-12), evangelizou a mulher samaritana (Jo 4), curou a filha de um oficial do rei, expulsou demônios, inclusive no sábado (Mt 1:21-28), curou a sogra de Pedro, purificou leprosos, fez paralíticos andarem (Mt 9:1-8), sua família o acompanhava e ele ensinava a eles também quem ele era (Mt 12:46-50). Sua Rejeição Apesar disso tudo foi rejeitado; em Nazaré foi rejeitado duas vezes (Lc 4:16-30, Mt 13:53-58). Foi traído por um dos seus próprios discípulos (Mt 26:14-16). Durante seu ministério enfrentou muitos conflitos com os religiosos da época: fariseus, saduceus e escribas que não aceitavam seu testemunho. Jesus foi preso, humilhado, julgado por Caifás e morto por crucificação no monte Gólgota, na época de Pôncio Pilatos, governador romano da Judéia. Mas ressuscitou ao 3º dia. Ele mesmo predisse sua morte e ressurreição (Mc 8:31-38, Mt 17:22) e deu suas últimas instruções aos discípulos (Jo 14: 1-31). O seu ministério terrestre terminou com sua morte e sepultamento, mas conforme ele mesmo avisara, ressuscitou para assim dar cumprimento às profecias do AT. Aleluia!!! (Lc 24:26-28). E não somente ressuscitou, como também prometeu que iria voltar para buscar os seus! Seu julgamento e morte O julgamento de Jesus Cristo, que culminou com sua crucificação, foi um verdadeiro drama recheado de intriga e ódio. Os principais sacerdotes judeus o perseguiram durante todo o seu ministério e, desde o início, se percebe que com intenção dolosa. Eles eram duramente criticados por Jesus e por isso queriam matá-lo, embora não pudessem fazê-lo (Jo 18:28-32). Tendo que recorrer à lei romana, o entregaram a Pôncio Pilatos na manhã de sexta-feira. Por causa da pressa em matar Jesus, esse julgamento aconteceu de madrugada (Mt 27:1, Lc 22:56,66; 23:1, Jo 19:31). Jesus foi trocado por um malfeitor chamado Barrabás e obrigado a carregar a cruz onde seria crucificado, até o monte Gólgota. Antes porém, foi flagelado pelos soldados romanos que o açoitaram, puseram-lhe uma coroa de espinhos sobre a cabeça, escarneceram dele dando-lhe bofetadas, cuspindo-lhe na face e proferindo-lhe impropérios. Foi um julgamento injusto, mas uma morte necessária, que por critério do próprio Senhor Jesus transformou-se num memorial (Santa Ceia), da qual todo cristão é convidado a participar solenemente, recordando a dor de Cristo e seu sofrimento na carne e no espírito, que produziu a eterna salvação. Louvado seja o Senhor Jesus Cristo! Sua humilhação e exaltação Algo que todo cristão não pode deixar de admirar e tomar como exemplo, é o fato de Jesus ter se humilhado para dar cumprimento ao plano da divindade, com respeito à criação, de redimi-la. Conforme Filipenses 2:5-8, ele assumiu a forma de servo (Mt 20:28, Lc 22:27), tornando-se semelhante a homem (Lc 2:7), reconhecido em figura humana (Mt 4:1;Jo 11:35;Hb 5:8). A crucificação era humilhante até para pecadores comuns. Sua morte na cruz foi o ponto culminante da sua humilhação. Deus não pode morrer, mas o homem Jesus morreu sim, foi real, e sem deixar de ser Deus! Porém, tudo o que passou foi como homem, homem perfeito (Hb 7:28). “Pelo que também Deus o exaltou” (Fp 2:9-11), quer dizer que sua natureza humana foi exaltada, e ele retornou ao seio do Pai recebendo de volta a glória que possuía desde o princípio (Hb 1:1-4). Sua Ressurreição Conforme havia dito aos discípulos, Jesus morreu e ressuscitou para ser a primícia da nova criação (Mt 16:21; 1Co 15:20,23). Diferentemente dos outros casos de ressurreição historiados pelo Novo Testamento como Lázaro e Dorcas, o filho da viúva de Naim, a filha de Jairo, o corpo de Jesus não mais sofreu as limitações da carne; era um corpo espiritual (ICo 15:42-44). Nesse novo corpo nem sempre era prontamente reconhecido (Lc 24:16, Jo 20:19). Havia nele as marcas da crucificação, e em certas ocasiões apareceu e desapareceu sobrenaturalmente (Lc 24:31, 39-43, Jo 20:19). Conclui-se que seu corpo não estava mais restrito ao plano físico e não fazia mais parte do sistema que conhecemos como mundo.Após a ressurreição, Cristo apareceu aos discípulos durante quarenta dias, sendo elevado ao céu na presença deles (At 1:3,9). Enquanto subia ao céu dois anjos confirmaram sua palavra de que voltaria (At 1:10-11). Isto não foi dito como uma ameaça. Na verdade, esta tem sido a grande esperança de toda a cristandade. Quando Jesus voltar, dar-se-á a concretização de todos os ideais cristãos, o cumprimento de todas as suas promessas. Então o reino de Deus será definitivamente estabelecido. A ressurreição é mencionada 104 vezes no Novo Testamento e o cristianismo é a única religião cujo fundador está vivo! Aleluia! A segunda vinda de Cristo A segunda vinda de Cristo não é uma ameaça, mas a grande esperança do povo de Deus. Marcará o final dos tempos. Será visível e repentina. (Mt 24:27, Mt 25:31, Ap 1:7, 1Ts 5:1-3). Jesus voltará para julgar o mundo com justiça (2Co 5:10, At 17:31). Este julgamento será segundo a verdade (Rm 2:2), segundo nosso proceder (Rm 2:6), sem acepção de pessoas (Rm 2:11) e conforme o evangelho (Rm 2:16). Todos prestarão contas a Deus pelas obras praticadas nesta vida, quer sejam boas ou más (Jo 5:29). Os cristãos não serão julgados pelos seus pecados, pois este julgamento será para a vida e não para a morte eterna. Possivelmente para a entrega dos galardões (Mt 16:27, Jo 5:24, 2Co 5:10, Tg 1:12; Rm 8:1; 1Pe 5:4). Os Sinais da Segunda Vinda de Cristo:
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| Última atualização em Qui, 23 de Abril de 2009 20:38 |





